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Poulenc
Compositor francês, aluno de Ricardo Viñes, contactou ou conviveu com Erik Satie e outros compositores seus contemporâneos. Com Honegger, Milhaud, Auric, Germaine Tailleferre e Louis Durey integrou o Grupo dos Seis, cuja grande figura de referência era Jean Cocteau. Francis Poulenc viria a compor várias obras sobre textos do próprio Cocteau (por exemplo La Voix humaine, 1958), mas também de Apollinaire (Le Bestiaire, 1918-1919; Les Mamelles de Tirésias, 1944), Paul Éluard (Tel jour telle nuit, 1937; Figure humaine, 1943), Bernanos (Dialogues des Carmélites, 1956), Max Jacob (Bal masqué, 1932), La Fontaine (Les Animaux modèles, 1941), entre outros escritores. Cultivou a voz como um dos seus instrumentos preferidos (voz solo, em coro, a cappella ou com instrumentos), tendo composto também partituras de cena e uma série relevante de peças para piano. Autor também de um conjunto importante de obras de tema religioso: Litanies à la Vierge Noire, para coro sem acompanhamento, 1936), Missa em sol maior, para coro sem acompanhamento, 1937), Quatre motets pour un temps de pénitence, para coro sem acompanhamento (1939), Stabat Mater, para coro e orquestra (1950), Gloria, para coro e orquestra (1959); Sept répons des ténèbres, para coro e orquestra (1961).

Paris, 1899 – 1963.


> Grupo dos Seis
> Francis Poulenc toca o seu Concerto para dois pianos (1.º movimento) com Jacques Février. Georges Prêtre dirige a Orquestra Nacional da RTF.

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