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PWDS033.Red

De um Trácio é agora o meu tão belo escudo.
Que havia eu de fazer? Perdi-o na floresta.
Mas salvei a minha pele, no aceso da luta.
Sei bem onde comprar um escudo novo.

***

A mim o que me mata,
querido efebo, digo-te:
desejo sem prazer,
versos sem graça ou ritmo,
e ceias só com chatos.

Arquíloco

Jorge de Sena, Poesia de 26 Séculos, Fora do Texto, Coimbra, 1993.

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