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Academia literária fundada em Lisboa, em 1757, pelos poetas Cruz e Silva, Esteves Negrão e Teotónio Gomes de Carvalho, a quem se juntou Correia Garção e, mais tarde, Domingo Reis Quita, o teórico e tradutor Francisco José Freire e o dramaturgo Manuel de Figueiredo. Destinada a debater problemas de teoria literária e a orientar a poesia para uma estética neoclássica, fundada na razão e no culto do natural e do verosímil, combatendo o espírito do barroco e os malabarismos do conceptismo e do cultismo: lema da Arcádia era Inutilia truncat. Cessaria a sua actividade, já em franco descréscimo, em 1774. Os árcades introduziram as formas clássicas (o ditirambo e as odes à maneira de Alceu, de Safo, de Píndaro e de Anacreonte) e defenderam o verso branco como forma ideal para expressar livremente o pensamento.
Em 1790 foi criada a Nova Arcádia, também em Lisboa, por iniciativa de Domingos Caldas Barbosa, a Nova Arcádia, a que pertenceram Curvo Semedo, Bocage e José Agostinho de Macedo e outros, como Francisco Joaquim Bingre. Extinguiu-se em 1794, depois de publicar o Almanaque das Musas.

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