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Lúcio Cardoso

Escritor brasileiro da chamada segunda geração modernista. A sua primeira obra foi a novela Maleita (1934). Inicialmente muito associado à literatura nativista e neonaturalista então dominante, com a publicação de Salgueiro (1935) inicia um percurso de interrogação interior imbuída da procura de uma espiritualidade e aspirando à universalidade e à comunhão com a nação humana. Essas interrogação e aspiração presentificam-se na sua obra, desde então, assombradas ambas pelos receios fundamentais do homem e pela presença obscura do destino. Paralisado a partir de 1962, devido a um derrame cerebral, dedicou-se à pintura. A Academia Brasileira de Letras atribuiu-lhe o Prémio Machado de Assis pelo conjunto da obra, que compreende A Luz do Subsolo (1936), Mãos Vazias (1938), O Desconhecido (1941), Dias Perdidos (1943), A Professora Hilda (1945), Anfiteatro (1946), Crónica da Casa Assassinada (1959), Diário Completo (1970).

Curvelo, Minas Gerais, 1913 – Rio de Janeiro, 1968

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