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constelações

Nota: os mapas associados da International Astronomical Union contêm os nomes latinos e a área de cada constelação.
Outros dados podem ser vistos aqui.

Andrómeda
Constelação do hemisfério boreal, célebre pela nebulosa (M 31 no catálogo Messier) que nela se observa. Visível a olho nu como uma leve mancha, é formada por alguns biliões de estrelas e dista da Terra milhão e meio de anos-luz.
Águia
Constelação do hemisfério boreal, situada no plano do equador celeste. Tem o aspecto de uma ave com as asas abertas, sendo a cabeça representada pelas três estrelas mais brilhantes: alfa (Altair), beta (Alshain) e gama (Tarazad).
Aquário
Constelação zodiacal situada a sul do Pégaso, entre o Capricórnio e os Peixes, composto por estrelas fracas; as mais brilhantes são de 3.ª grandeza.
Ara ou Altar
Constelação austral, cuja estrela mais brilhante, a alfa, apresenta a magnitude 3,0 e coloração branco-azulada. Beta, a segunda estrela mais brilhante da constelação, é uma supergigante com magnitude 2,9 e coloração avermelhada.
Ave-do-Paraíso
Constelação austral constituída por estrelas pouco brilhantes. A mais brilhante (Alpha Apodis) é uma gigante avermelhada com magnitude 3,8 e encontra-se à distância de 230 anos-luz. A segunda estrela mais brilhante é uma gigante avermelhada, mas de magnitude 4,2 e a 190 anos-luz da Terra.
Balança (ou Libra)
Constelação zodiacal situada entre a Virgem e o Escorpião. O antigo zodíaco dos Gregos era constituído por constelações designadas por nomes de animais. A Balança parece ter sido introduzida por Hiparco para designar a igualdade dos dias e das noites, pois nessa época o equinócio do Outono estava localizado nesta constelação.
Baleia
Constelação equatorial cuja estrela mais importante é a ómicron, Mira Ceti; a sua magnitude varia de 2.0 a 10.1, num espaço de onze meses (entre 320 e 370 dias). Mira Ceti é uma supergigante, com um diâmetro que oscila entre 300 e 400 vezes o do Sol. A estrela alfa, Menkab, tem a magnitude 2.8.
Boieiro (ou Pastor)
Constelação do hemisfério Norte, situada no prolongamento da cauda da Ursa Maior. As suas estrelas principais são a alfa, Arcturo, e a épsilon, Izar. Arcturo tem a magnitude 0,24 e está em 3.ª lugar entre as estrelas mais brilhantes do céu.
Buril
Pequena constelação do hemisfério Sul, cuja estrela mais brilhante (Alpha Caeli) tem uma coloração azulada, magnitude 4,5 e encontra-se a apenas 62 anos-luz da Terra. A estrela Beta tem com luminosidade aparente a que corresponde a magnitude 5,1. Apresentam ambas cor azulada.
Bússola
Constelação austral, cuja estrela mais brilhante (Alpha Pyxidis) é uma gigante de cor branco-azulada, magnitude 3,7 e encontra-se à distância de 1050 anos-luz. A segunda é uma gigante amarela, a 320 anos-luz da Terra, com luminosidade aparente a que corresponde a magnitude 4.0
Cabeleira de Berenice
Pequena constelação boreal constituída por estrelas de fraca magnitude. A mais brilhante tem o nome de Diadema, está à distância de 64 anos-luz e apresenta uma magnitude de 4,3. No entanto, Diadema é, na realidade, um binário constituído por duas estrelas de cor branco-amarelada e fraco brilho e magnitude 5. A segunda estrela mais brilhante está a 27 anos-luz, é de magnitude também próxima de 4,3 e apresenta uma coloração amarelada.
Cães de Caça
Constelação boreal, cuja estrela principal tem o nome de Cor Caroli (alusão a Carlos I, rei de Inglaterra) e é uma estrela binária cujos componentes têm magnitudes 2,8 e 5,4 e estão à distância de 120 anos-luz. A segunda estrela mais brilhante é também designada por Chara, tem cor amarelada e é de magnitude 4,3, encontrando-se a cerca 30 anos-luz.
Cão Maior
Constelação do hemisfério celeste Sul, da qual faz parte a estrela mais brilhante de todo o céu — Sírio ou Sirius — além de outras de 2.º e 3.º magnitudes (Mirzam, Muliphein, Wezen, Adara). Sírio está situada à distância de 8,7 anos-luz e possui a magnitude de 1,6, sendo a mais brilhante do céu. É uma anã branca e tem uma massa 2,3 vezes superior à do Sol. Nesta constelação incluem-se também vários aglomerados estelares, entre os quais o M41.
Cão Menor
Constelação do hemisfério boreal, cuja estrela principal é Prócion, de primeira grandeza e a 8.ª entre as mais brilhantes do céu.
Camaleão
Pequena constelação do hemisfério celeste Sul. As estrelas que a constituem são todas de magnitude inferior à 4.º. A mais brilhante (alfa) está a 72 anos-luz, é de magnitude 4,1 e tem cor aproximadamente branca. A segunda estrela é branco-azulada, apresenta magnitude 4,3 e está a 390 anos-luz.
Capricórnio
Constelação zodiacal, situada entre o Sagitário e o Aquário. A estrela binária Deneb Algedi, de magnitude 2,9 e situada à distância de 49 anos-luz, assinala a cauda do Capricórnio.
Caranguejo (ou Cancer)
Constelação zodiacal, situada entre os Gémeos e o Leão, constituída por estrelas de pequena magnitude. Chama-se Acubens a sua estrela alfa, um binário de coloração branca, magnitude 4,2 e situada a cerca 130 anos-luz. A estrela beta do Caranguejo é uma gigante de cor alaranjada, magnitude 3,5 e encontra-se a 160 anos-luz de distância e é a mais brilhante das duas.
Carneiro
Constelação zodiacal, situada ao sul do Triângulo e do Perseu. As suas duas estrelas mais brilhantes chamam-se: Hamal (a alfa: gigante avermelhada, magnitude 2,0, a 75 anos-luz); Sheratan (a beta: de cor branca, magnitude 2,7, a 50 anos-luz).
Cassiopeia
Constelação do hemisfério boreal, muito próxima da Estrela Polar. As suas 5 estrelas mais brilhantes, de 2.ª e 3.ª grandezas, formam um M muito aberto.
Cavalo Menor (ou Potro)Pequena constelação do hemisfério boreal, situada muito perto do equador celeste,  constituída por estrelas de fraca magnitude.
Cefeu
Constelação do hemisfério setentrional, baptizada com o nome do marido de Cassiopeia. As suas estrelas principais são Alderamin, o ombro; Alrai, o pastor; e Alfirk, o rebanho de ovelhas.
Centauro
Constelação austral cujas estrelas mais relevantes são: Alfa Centauro, estrela tripla também conhecida por Rigil Kentaurus, o pé do centauro; Beta Centauro, ou Agena, o joelho; e Menkent, o ombro do centauro. Na proximidade desta constelação destacam-se: Omega Centauro, o maior e mais maciço agregado estelar conhecido; e Proxima Centauri, pequena anã vermelha que é a estrela mais próxima da Terra.
Cisne
Constelação setentrional cujas estrelas mais relevantes são Albireo, um par constituído por uma anã azul e uma gigante laranja; e Deneb, uma supergigante azul que é das estrelas mais luminosas da galáxia. De referir nas suas proximidades as nebulosas NGC 6960 e 6992.
Cocheiro (ou Auriga)
Constelação boreal, com a forma de um pentágono irregular e número considerável de estrelas brilhantes, sendo a mais brilhante Capela (ou Cabra), uma estrela dupla de magnitude aparente 0, situada a 45 anos-luz, a quinta estrela mais brilhante (150 vezes mais brilhante do que o Sol e um diâmetro 16 vezes maior). Outras estrelas são a gigante Menkalina e a supergigante Almaaz. Da constelação fazem parte ainda alguns enxames estelares.
Compasso
Pequena constelação nas proximidades do Pólo Celeste Sul. Todas as suas estrelas apresentam brilhos muito fracos. A Alfa do Compasso ocupa a posição correspondente à articulação do compasso, é uma estrela de coloração branca e magnitude 3,2 com uma companheira de magnitude 8,6 suficientemente separada para poder ser observada através de pequenos telescópios.
Coroa austral
Constelação do hemisfério celeste Sul constituída por sete estrelas dispostas circularmente. A mais brilhante (alfa) tem coloração branca, magnitude 4,1 e encontra-se à distância de 140 anos-luz. A estrela beta é uma gigante amarela, de magnitude 4,1 a 270 anos-luz
Coroa boreal
Pequena constelação do hemisfério norte, cuja estrela mais brilhante é Alpheca, uma estrela binária, situada a 75 anos-luz, branco-azulada, em que o componente principal é de magnitude 2,2.
Corvo
Constelação do hemisfério celeste Sul, cujas quatro estrelas mais brilhantes formam um quadrilátero, todas de pequeno brilho. A estrela alfa é Alchiba, uma anã branca de magnitude 4,0 e a 52 anos-luz. As outras são Kraz, Gienah e Algorab.
Cruzeiro do Sul
Pequena constelação do hemisfério austral, constituída por quatro grandes estrelas brilhantes: Acrux, estrela dupla constituída por duas supergigantes azuis, Mimosa, Gacrux e Delta Crucis. Figura na bandeira nacional de diversos países do hemisfério sul, como o Brasil, a Austrália e a Nova Zelândia.
Dragão
Grande constelação do hemisfério boreal. Entre as estrelas que a constituem destacam-se: a alfa, Thuban, uma binária espectroscópica, gigante e de cor branco azulada, magnitude visual 3,7, a 290 anos-luz; a gama, Etamin, gigante vermelha de magnitude 2,2, a uma distância de 110 anos-luz e uma luminosidade 140 vezes superior à do Sol.. Existem também muitas estrelas duplas, várias nebulosas extragalácticas e uma nebulosa planetária (NGC 6543).
Erídano
Grande constelação austral, com cerca de 130° de comprimento, que tem como estrelas mais importantes a alfa, Achernar, que figura em nono lugar entre as estrelas mais brilhantes do céu. A estrela beta é Cursa, de magnitude 2,9, a 82 anos-luz.
Escorpião
Constelação zodiacal, situada entre a Balança e o Sagitário, cujas estrelas mais importantes são: Antares, «rival de marte», a maior e mais luminosa supergigante vermelha da região local na vizinhança da qual se localiza o agregado globular M4; Akrab, «o escorpião»; Shaula, «a que pica»; e x Sco, uma supergigante azul, na proximidade da qual se situa o agregado estelar NGC 6231, constituído por supergigantes azuis.
Escudo de Sobieski
Pequena constelação do hemisfério austral, numa região e atravessada pelo equador galáctico. Foi formada por Hevelius, cerca de 1660, em homenagem ao rei da Polónia Jan Sobieski III.
Escultor
Constelação do hemisfério austral constituída por estrelas de pequena magnitude, nela existindo diversas nebulosas extragalácticas, entre elas a espiral NGC 253. É nesta constelação que se situa o pólo sul galáctico.
Espadarte
Constelação austral constituída por estrelas de fraca magnitude entre as quais se destaca Doradus, uma supergigante de grande brilho absoluto, cerca de 500 000 vezes tão brilhante como o Sol. Nela se situa também a Grande Nuvem de Magalhães (Nubecula Major), galáxia satélite da nossa Galáxia.
Fénix
Constelação do hemisfério austral, constituída por estrelas de fraca magnitude, pertencendo-lhe uma das mais famosas estrelas anãs do tipo Cefeida, descoberta em 1952
Flecha (ou Seta)
Pequena constelação do hemisfério situada sobre a Via Láctea boreal e constituída por estrelas de fraco brilho. Localiza-se tomando o alinhamento definido pelas estrelas Deneb (da constelação do Cisne) e Altair (da Águia), que passa pela estrela alfa da constelação.
Fornalha
Pequena constelação austral constituída por estrelas de pequena magnitude, possuindo uma única estrela de quarta magnitude, sendo todas as outras menos brilhantes.
Gémeos
Constelação zodiacal, formada por 85 estrelas; as duas principais, Castor e Pólux, por serem muito brilhantes e muito próximas, estão na origem da sua designação.
Girafa
Golfinho
Constelação do hemisfério celeste norte constituída por estrelas de fraco brilho. As três estrelas mais brilhantes são duplas e não ultrapassam a magnitude 4.
Grou
Constelação do hemisfério celeste sul, a sua estrela mais brilhante (alfa) tem o nome próprio de Al Nair, encontra-se a 65 anos-luz, apresenta a magnitude 1,8. A estrela beta tem uma magnitude 3,0, mas o seu brilho próprio é cerca 1450 vezes superior ao do Sol; encontra-se a 540 anos-luz.
Hércules
Grande constelação do hemisfério boreal, situada a N do Ofiuco e a S do Dragão, entre a Lira e a Coroa Boreal. A estrela alfa é Ras Algheti que, afinal não é uma simples estrela mas duas, uma avermelhada e outra azul. Contém um grande enxame estelar, M13, com mais 100 000 estrelas. É para um ponto desta constelação (apex) que todo o sistema solar parece dirigir-se com uma velocidade da ordem dos 20 km por segundo.
Hidra (hidra fêmea)
A constelação mais extensa do céu, estendendo-se pelos dois hemisférios celestes. A sua estrela mais brilhante, Alphard (solitário) tem a magnitude 2,16.
Hidro (hidra macho)
Pequena constelação vizinha do pólo Sul. Apesar de não possuir estrelas de brilho notável, a sua localização é fácil por se encontrar entre as duas galáxias conhecidas pelo nome de Nuvens de Magalhães.
Índio
Pequena constelação austral constituída por estrelas pouco brilhantes. Alfa, a de maior brilho, tem a magnitude 3,2. Está situada próximo do pólo celeste sul.
Lagartixa
Pequena constelação do hemisfério boreal constituída por estrelas pouco brilhantes; a de maior brilho apresenta a magnitude 3,8.
Leão
Grande constelação zodiacal, constituída por estrelas de brilho notável, situada a sul da Ursa Maior, entre o Caranguejo e a Virgem. A sua estrela alfa, Régulo, tem a magnitude 1,4, cor branco-azulada e à distância de 91 anos-luz; possui uma companheira de magnitude 7,7.
Leão Menor
Pequena constelação boreal constituída por poucas estrelas e todas de pequeno brilho. A mais brilhante tem cor alaranjada, magnitude 3,8, à distância de encontra-se a 78 anos-luz.
Lebre
Pequena constelação do hemisfério celeste sul, cuja estrela alfa é uma supergigante branca de magnitude 2,6 à distância de 950 anos-luz.
Lince
Constelação do hemisfério celeste norte, sem nenhuma estrela de brilho considerável.
Lira
Constelação do hemisfério celeste norte, cuja estrela alfa é Veja, a 26 anos-luz, em 5.o lugar entre as mais brilhantes do céu. É uma estrela dupla com uma companheira de 10.a magnitude. Nesta constelação (entre as estrelas beta e gama) existe uma nebulosa planetária, a nebulosa anular M57.
Lobo
Constelação austral.
Máquina Pneumática
Mesa (ou Montanha da Mesa)
Pequena constelação do hemisfério celeste sul, limitada a sul pela constelação do Octante, a oeste pelo Octante e pela Hidro, a norte pelo Retículo, Dourado e Peixe Voador, e a este pelo Camaleão.
Microscópio
Constelação do hemisfério celeste sul constituída por estrelas de pequeno brilho que não ultrapassam a magnitude 5.
Mosca
Constelação austral, com uma área de 138 graus quadrados, inicialmente designada por Abelha.
Oitante
Constelação do hemisfério austral que contém a estrela sigma, a Estrela Polar Sul.
Ofiúco (ou Serpentário)
Constelação equatorial situada ao S de Hércules e ao N do Escorpião. É uma constelação muito extensa, com estrelas de fraca magnitude, a mais brilhante, com o nome próprio de Ras Alhague, é de segunda magnitude; nela se inclui a célebre estrela de Barnard, dotada do maior movimento próprio conhecido: 10″,3 por ano.
Orionte (ou Orion)
Constelação equatorial, com a forma de um grande quadrilátero, cujos vértices são ocupados pelas estrelas de primeira magnitude Betelgeuse e Rigel (está em primeiro lugar entre as mais brilhantes do céu) e pelas de 2.a magnitude Bellatriz e Saiph. No centro deste quadrilátero estão situadas três estrelas de 2.a magnitude, Mintaka, Alnilan e Alnitak, que formam o «Cinturão do Orionte» e que são geralmente conhecidas pelos nomes de «Três Marias» ou «Três Reis Magos».
Pavão
Constelação do hemisfério austral, uma das 12 novas constelações introduzidas por Johan Bayer, em 1603.
Pégaso
Constelação do hemisfério boreal cujas estrelas mais brilhantes – Markab (alfa), magnitude 2,5, coloração branco-azulada, a 165 anos-luz,  Scheat (beta), estrela variável gigante, cuja magnitude visual varia entre 2,3 e 2,7, a 180 anos-luz e com luminosidade 85 vezes superior à do Sol, diâmetro correspondente a 113 diâmetros solares, Algenib (gama), magnitude 2,8, cor branco azulada, a 590 anos-luz – formam com Sirrah (a estrela alfa de Andrómeda) o quadrado do Pégaso; no alinhamento das estrelas Markab-Scheat encontra-se a estrela polar norte, a alfa da Ursa Menor.
Peixes
Constelação zodiacal situada entre o Aquário e o Carneiro que, apesar da sua importância na Astronomia, não é muito notável no céu pois não possui estrelas de grande brilho.
Peixe Austral
Constelação do hemisfério austral que contém a estrela Fomalhaut, magnitude 1,3 e coloração branco-azulada. A sua luminosidade 13 vezes superior à do Sol e está situada a 22 anos-luz. Tornou-se famosa pela sua utilização pelos navegadores, dado ser a estrela mais brilhante na região do céu em que se encontra. Hoje é utilizada como ponto de referência pelos cosmonautas.
Peixe Voador
Constelação do hemisfério austral constituída por estrelas de fraca magnitude.
Perseu
Constelação do hemisfério boreal cuja estrela beta, Algol, era chamada «estrela do demónio» pelos Árabes, devido às notáveis mudanças que se observam na intensidade da sua luz.
Pintor
Constelação austral constituída por estrelas de fraco brilho, cujo nome actual só adoptado pela União Astronómica Internacional, em 1927.
Pomba
Constelação do hemisfério austral constituída por estrelas de fraco brilho, sendo as mais brilhantes de magnitudes próximas de 3.
Popa
Constelação austral, fácil de localizar por estar situada a Norte de Canópo (Alfa da Quilha) e a Sudeste de Sírio (Alfa do Cão Maior).
Quilha
Constelação do hemisfério celeste Sul, facilmente reconhecível por a sua estrela de maior brilho – Canópo – ser a segunda mais brilhante de todo o céu; está situada à distância de 98 anos-luz, 1600 vezes mais luminosa que o Sol. Pertence à classe espectral F0 e tem a magnitude –0,7.
Raposa
Constelação do hemisfério celeste norte que, possuindo estrelas de brilho considerável, é, no entanto, mais conhecida por ser na região da esfera celeste a que dá o nome que se localiza a «nebulosa do haltere» (M 27).
Régua (ou Norma)
Constelação do hemisfério celeste Sul, cujo nome é uma homenagem do astrónomo francês La Caille a uma das ferramentas fundamentais em Geometria, Matemática e Astronomia.
Relógio
Pequena constelação do hemisfério celeste sul que, embora não possua estrelas de brilho notável, se encontra com facilidade por se encontrar perto da estrela Achenar (Alfa de Erídano), uma das de maior brilho do hemisfério celeste sul
Retículo
Pequena constelação do hemisfério celeste austral formada por estrelas pouco brilhantes, dispondo-se as mais notáveis aproximadamente segundo um losango.
Sagitário
Constelação zodiacal situada no hemisfério celeste sul, contém grande número de nebulosas, assim como enxames estelares e estrelas variáveis cefeidas. É na direcção desta constelação que se encontra a região central da galáxia.
Serpente
Constelação equatorial, uma das observadas por Plotomeu. Ocupa uma grande extensão, que se divide pelos dois hemisférios celestes, e apresenta duas partes distintas, uma de cada lado de Ofiúco: a cabeça da serpente fica na parte boreal, ao passo que a cauda se situa no hemisfério celeste sul Não tem estrelas de brilho notável, sendo Unukalhai a mais brilhante (magnitude 2,65).
Sextante
Constelação equatorial, ocupando uma extensão muito pequena na esfera celeste. Não possui estrelas de brilho notável, mas é fácil sua localização pois a estrela de maior brilho (magnitude 4,5) situa-se 12o a sul de Régulo, a estrela Alfa do Leão.
Taça
Pequena constelação do hemisfério celeste sul, limitada a S constituída por estrelas de pequeno brilho, as quais, com um pouco de imaginação sugerem a figura de uma taça (a designação está como outras ligada a uma lenda).
Telescópio
Pequena constelação circumpolar austral que gira em torno do pólo celeste sul a uma distância angular do pólo inferior a 45o e é constituída por estrelas de fraco brilho.
Touro
Constelação zodiacal, entre as constelações do Carneiro e dos Gémeos; dela fazem parte os enxames estelares abertos das Híades e das Plêiades. No primeiro, situado à distância de 68 ano-luz do Sol, localiza-se Aldebarã, uma estrela avermelhada, de magnitude 1 e que ocupa a décima posição das estrelas mais brilhantes observáveis de Portugal.
Triângulo
Constelação do hemisfério boreal constituída por estrelas de fraco brilho (a estrela mais brilhante é de magnitude 3). É também famosa por ser na sua direcção que se avista a M33, uma das mais importantes galáxias do grupo local e talvez a mais próxima, depois das Nuvens de Magalhães e da galáxia de Andrómeda.
Triângulo Austral
Constelação do hemisfério sul, facilmente localizável por se situar a Este da estrela Toliman ou Rigil Kent (alfa do Centauro).
Tucano
Constelação do hemisfério austral formada por poucas estrelas e todas de fraco brilho (a mais brilhante é de magnitude 2,9).
Unicórnio
Constelação situada na região equatorial da esfera celeste constituída por estrelas de fraco brilho. Encontra-se entre as três estrelas brilhantes Betelgeuse, Sírio e Prócion.
Ursa Maior
Constelação do hemisfério Norte, a mais conhecida entre todas. As sete estrelas mais importantes que a compõem, seis de 2.a magnitude e uma de 3.a, e os seus nomes são: Dubhe (alfa), Merak (beta), Phacd (gama), Megrez (delta), Alioth (épsilon), Mizar (zeta), Alcaid (eta; ocupa a extremidade da cauda que os antigos imaginaram naquela região do céu).
Ursa Menor
Constelação do hemisfério boreal com uma configuração semelhante à da Ursa Maior, mas em que as estrelas estão dispostas em sentido inverso. A sua estrela mais importante (alfa) de 2.a grandeza, é a estrela polar Norte há cerca de 2000 anos (foi designada por Tramontana ou Cinosura nos séculos XVI a XVIII). É uma estrela supergigante amarelada, de magnitude 2,0 e situada à distância de 650 anos-luz.
Vela
Constelação do hemisfério celeste Sul constituída por estrelas de fraco brilho; uma delas (épsilon) é uma estrela dupla com colorações interessantes.
Virgem
Grande constelação zodiacal situada entre o Leão e a Balança. A sua estrela mais brilhante, alfa, é Espiga, magnitude 1,2, coloração branco-azulada e situada a 260 anos-luz.

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