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Tornou-se conhecido por uma série de documentários sobre artistas realizados na segunda metade da década de 40 do século passado (Marcel Marceau, Max Ernst, Gauguin – VER -, Van Gogh  – VER – e outros), tendo também dirigido documentários em colaboração com Jean Cayrol (Nuit et brouillard, 1955) e Raymond Queneau (Le chant du Styrène, 1958). Conseguiu assinalável êxito com Hiroshima, mon amour (1959, baseado na obra de Marguerite Duras e nomeado para a Palma de Ouro do Festival de Cannes – ver trailer) e L’année dernière à Marienbad (1961 – ver trailer), este último um filme de grande beleza formal e enigmática que se tornou uma referência de época obrigatória nas histórias do cinema, associado à nouvelle vague do cinema francês.. Em Providence (1997 – ver trailer) aborda as relações, ainda enigmáticas, entre ficção e realidade, mas em Mon Oncle d’Amérique (1980, Prémio do Júri no Festival de Cannes – VER) riscou o enigma, para se fixar numa simplificação excessiva. Do cineasta disse Pedro Mexia (1998) que, «Obcecado pelo tema da memória, acusado de formalismo estéril, adepto de uma montagem e de uma narrativa experimentais, Alan Resnais é um cineasta inteiramente original, cujo percurso claramente se distingue do dos seus companheiros de geração, a não ser por um evidente fascínio literário». [Ver comentários de Resnais em 2012]. Resnais passaria também pelo melodrama em Mélo (1986), pelo puro divertimento em Smoking/no Smoking (1993, Urso de Prata no Festival Internacional de Cinema de Berlim) e pelo musical em On connaît la chanson (1997). A sua obra foi distinguida com a atribuição de prémios de carreira em Berlim (2008) e Cannes (2009).

Vannes, 1922 – 2014

Filmes
além dos já referidos:
Guernica (1949) – VER
Pictura (1951, Prémio Especial dos Globos de Ouro)
Les statues meurent aussi (1953) – VER – legendado
Toute la mémoire du monde (1956, documentário sobre a Biblioteca Nacional de Paris)
Muriel ou Le temps d’un retour  – VER – legendado
(1963, Prémio dos Críticos do Sindicato dos Críticos de Cinema Francês)
La guerre est finie (1966)
Je t’aime, je t’aime (1967) – ver trailer
Stavisky (1974)
La Vie est un roman (1982)
L’Amour à mort (1984)
I Want to go home (1989)
Pas sur la bouche (2003)
Cœurs (2006, Prémio FIPRESCI)
Les herbes folles (2009, nomeado para a Palma de Ouro do Festival de Cannes)
Vou n’avez encore rien vu (2012, nomeado para a Palma de Ouro do Festival de Cannes)
Aimer, boire et chanter (2014, Prémio Alfred Bauer do FIC de Berlim e Prémio FIPRESCI)

Ver totalidade das nomeações e prémios aqui.

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